“Amo-te, apesar...”
Amo-te, apesar do andar masculinizado,
Das verrugas, cravos e espinhas, apesar;
Do teu cabelo sempre sujo e desgrenhado,
Desse teu jeito inconveniente de falar.
Amo-te, apesar do mau hálito e o "cecê",
Dos dentes postiços, e das falhas na arcada;
Da roupa que usas, mal passada, “démodé”,
Dessa tua mente podre, desequilibrada.
Da celulite, das varizes, das estrias,
Da escassez de sentimentos, de amor, de humor,
Do sobejo de tuas mentiras e manias.
Desse teu jeito displicente, e o gaguejar,
Do nome que tens: - Hermenegilda!... (que horror!...);
Podes até não crer, mas amo-te, apesar!...
Amo-te, apesar do andar masculinizado,
Das verrugas, cravos e espinhas, apesar;
Do teu cabelo sempre sujo e desgrenhado,
Desse teu jeito inconveniente de falar.
Amo-te, apesar do mau hálito e o "cecê",
Dos dentes postiços, e das falhas na arcada;
Da roupa que usas, mal passada, “démodé”,
Dessa tua mente podre, desequilibrada.
Da celulite, das varizes, das estrias,
Da escassez de sentimentos, de amor, de humor,
Do sobejo de tuas mentiras e manias.
Desse teu jeito displicente, e o gaguejar,
Do nome que tens: - Hermenegilda!... (que horror!...);
Podes até não crer, mas amo-te, apesar!...