"LIBIDO"
Que sensação prazerosa, a libido,
Se apoderando de nossa alma inteira;
Como devassa, intrusa alcoviteira,
Falando de pecado ao nosso ouvido.
E, em toda vez, despudorada, acende,
Em nossos olhos, da lascívia, a chama...
E nos desnuda, e nos atira à cama
Que um súcubo zeloso logo estende.
Sob acordes de mágicos violinos,
Nos faz sonhar mil sonhos libertinos;
E o que era adormecido, então se arvora.
Quando se vai, ela nos deixa ansiosos;
Nos acompanha, em passos silenciosos,
Latente... pra irromper a qualquer hora!
Que sensação prazerosa, a libido,
Se apoderando de nossa alma inteira;
Como devassa, intrusa alcoviteira,
Falando de pecado ao nosso ouvido.
E, em toda vez, despudorada, acende,
Em nossos olhos, da lascívia, a chama...
E nos desnuda, e nos atira à cama
Que um súcubo zeloso logo estende.
Sob acordes de mágicos violinos,
Nos faz sonhar mil sonhos libertinos;
E o que era adormecido, então se arvora.
Quando se vai, ela nos deixa ansiosos;
Nos acompanha, em passos silenciosos,
Latente... pra irromper a qualquer hora!