22/03/2008


Relacionamento

Conheça as 10 vantagens dos homens feios

Uma das vantagens dos feios seria a de conseguir um amor verdadeiro. O jornalista argentino Gonzalo Otálora escreveu o livro Feo, algo como sua autobiografia. Ele fala de um homem que usa lentes grossas nos olhos e é desprovido de um pouco de graça.Otálora também ressaltou em sua obra o lado bom de tanta feiúra. E destacou o que chama de "Decálogo do feio". Confira:
1 - Não somos enganados
Jamais uma viúva negra poderá nos dar o golpe. Nós feios temos um radar. Se alguma menina linda quiser ficar com um de nós e, em seguida, desejar ir para nossa casa, isso significa que algo está errado.
2 - Ninguém nos acusa
Nenhuma pessoa irá nos acusar de assédio sexual no trabalho. Isso é certo devido a lógica das circunstâncias.
3 - Ninguém duvida de nossas capacidades
As mulheres lindas são acusadas de saírem com os chefes para conseguirem escalar posições. Mas, se um feio "subir" na carreira, ninguém irá duvidar de sua capacidade para tal posto.
4 - Livre de extorsão
Muitos homens acabam pobres depois de se envolverem em um relacionamento. Impossível que a mesma situação ocorra com um feio. Ninguém vai querer se "arriscar" tanto.
5 - Somos incomparáveis
Não precisamos vencer o fantasma do corpo perfeito, pois ninguém irá se comparar conosco.
6 - Amor honesto
Depois de superar a primeira impressão, as brincadeiras e tudo mais, se alguém ficar apaixonado por um feio, pode ter certeza que este é o amor mais honesto de todos.
7 - Não esperamos na porta
Não precisamos esperar para entrar em um boliche, por exemplo. Nenhum segurança quer nos ter como companhia, eles logo nos mandam entrar.Somos atendidos rapidamente
8 - Não sofremos com a burocracia estatal ou privada
Tal como vemos no item anterior, as pessoas nos atendem muito rápido.
9 - Podemos economizar
Se pararmos de brigar frente ao espelho e atirarmos a balança pela janela, terminamos com a angustia e economizamos uma grana.
10 - Salvamos o planeta
Os feios merecem o Prêmio Nobel da Paz. Dizem que aos 11 anos desapareci de casa e fui abduzido. Os extraterrestres me analisaram e disseram: "Se os humanos são assim, melhor pararmos de nos contagiar. Não convém invadir o planeta Terra". Nós salvamos a humanidade.

Terra Colombia

05/03/2008

COISAS QUE SÓ UMA MULHER CONSEGUE:
1 - Fingir naturalidade durante um exame ginecológico.
2 - Usar o poder de uma calça jeans para rediagramar a estrutura do corpo.
3 - Ter crise conjugal, crise existencial, crise de identidade e crise de nervos!
4 - Ser mãe solteira, mãe casada, mãe separada, mãe do marido.
5 - Lavar a calcinha no chuveiro. E depois pendurá-la na torneira, para horror do sexo masculino.
6 - Rasgar a meia na entrada da festa.
7 - Sentir-se pronta para conquistar o mundo, quando está depilada!
8 - Chorar no banheiro, e ficar se olhando no espelho para ver qual melhor ângulo.
9 - Achar que o seu relacionamento acabou, e depois descobrir que era tudo tensão pré-menstrual.
10 - Nunca saber se é para dividir a conta, ou se é para ficar meiguinha.
11 - Dizer não, para ele insistir bastante, e aí ter que dizer sim!

SÓ AS MULHERES ENTENDEM:
1 - Por que é bom ter cinco pares de sapatos pretos.
2 - A diferença entre creme, marfim, e bege claro.
3 - Achar o homem ideal é difícil, mas achar um bom cabeleireiro é praticamente impossível.

E O TÓPICO NÚMERO UM QUE SÓ AS MULHERES ENTENDEM:
1 - As outras mulheres!

ORAÇÃO DAS MULHERES:
"Querido Deus,Até agora o meu dia foi bom:não fiz fofoca,não perdi a paciência,não fui gananciosa, sarcástica, rabugenta,chata e nem irônica.Controlei minha TPM,não reclamei,não praguejei,não gritei,nem tive ataques de ciúmes.Não comi chocolate.Também não fiz débitos em meu cartão de crédito(nem do meu marido) e nem dei cheques pré-datados.Mas peço a sua proteção, Senhor, pois estou paralevantar da cama a qualquer momento....Amém!

PS: Envie esta mensagem para todas as mulheres, com as quais você está feliz por tê-las como amigas e aos homens para compreendê-las ainda mais!!!Afinal, que mulher nunca comeu uma caixa de Bis por ansiedade, uma folha de alface por vaidade, ou um cafajeste por saudade?

(Extraído do Blog: http://ligeirinhorj.blogspot.com)
Ditados do século 21

A pressa é inimiga da conexão.
Amigos, amigos, senhas à parte.
Antes só que em chats aborrecidos.
A arquivo dado não se olha o formato.
Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.
Para bom provedor uma senha basta.
Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
Em terra off-line, quem tem um 486 é rei.
Hacker que ladra, não morde.
Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
Mouse sujo se limpa em casa.
Melhor prevenir do que formatar.
O barato sai caro. E lento.
Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
Quando um não quer, dois não teclam.
Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
Quem clica seus males multiplica.
Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
Quem não tem banda larga, caça com modem.
Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
Quem semeia e-mails, colhe spams.
Quem tem dedo vai a Roma.com .
Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
Vão-se os arquivos, ficam os back-up

Extraído do "Blog do Ligeirinho": ligeirinhorj.blogspot.com

07/01/2008

“Edifissoneto”


São quatorze versos simulando os andares:
Este é um soneto que também é um edifício!...
Erguido com inspiração, sem sacrifício,
Pra condomínio dos meus risos e pesares.

As letras são blocos, compondo a alvenaria;
Não podeis ver... entre os espaços há janelas!...
Às noites, pensativa, em busca da alegria,
Por vezes a minha alma se debruça nelas...

Meio ao delírio de um sonho, nalgumas canta;
Noutras, feito uma louca, ri tanto, gargalha,
Que a vizinhança, com tanto alarde se espanta.

Quem pensa molestar-me, já no “hall” de entrada
Encontrará de aço, robusta, o que atrapalha:
Uma porta enorme, à chave de ouro trancada!

28/12/2007

MEIO POETA

No dia em que Mônica e Otávio voltaram da lua-de-mel, Mônica chegou na casa dos pais e se trancou no quarto com a mãe. Precisava contar uma coisa e não queria que o pai ouvisse.
- O Otávio é poeta, mamãe.
A mãe levou as mãos à boca.
- Minha Virgem Santíssima!
Depois perguntou:
- Como você descobriu?
- Na primeira noite. A lua estava cheia. Ele fez umas frases sobre a luz da lua no meu corpo.
- Mas você tem certeza que era poesia? Rimava?
- Não rimava, mas era poesia. Ele mesmo disse, mamãe! Eu perguntei "O que é isso?" e ele respondeu "Eu sou meio poeta".
- Bem que seu pai desconfiou...
- Você acha que devemos contar ao papai?
- É claro. E agora.
O pai disse "Eu sabia" e determinou que chamassem Otávio para se explicar. Mônica disse que Otávio ficara de buscá-la ali depois do trabalho. Os três esperaram a chegada de Otávio. A mãe, temendo algum excesso do pai, tentou amenizar a situação:
- Ele disse que é só "meio" poeta...
O pai não disse nada. Quando soou a campainha da porta, mandou que a filha fosse para o quarto. Otávio cumprimentou os sogros efusivamente - era a primeira vez que os via depois da festa do casamento - , mas logo percebeu a frieza deles.
- O que foi? - perguntou.
- Você não nos contou que era poeta - disse o pai.
- Mas eu não...
- Não adianta negar. A Mônica nos contou. Você pensou que ela não nos contaria?
- Mas foi só um...
- Sei. Um poeminha. É assim que começa. Um versinho hoje, um versinho amanhã. Não demora você estará fazendo poemas épicos, odes a qualquer coisa, diariamente. Já vi acontecer. Acabará abandonando o emprego, roubando a mesada da minha filha, para sustentar o hábito.
- Mas eu...
- Você vai dizer que pode parar quando quiser. É o que todos dizem.
- Meu filho - interveio a mãe, aflita -, você não se dá conta do mal que a poesia pode fazer? Há quanto tempo você...
- Não interessa - interrompeu o pai - O que ele fez antes não nos interessa. Mas agora está casado. Tem responsabilidades, tem que trabalhar para manter a família. Está num ramo competitivo, não pode facilitar. Eu sei, eu sei. A poesia é tentadora. Eu mesmo, na mocidade, fiz meus sonetos...
- Eurico!
- Nunca lhe contei isto, Marta, mas fiz. Felizmente tive um pai que me orientou e parei a tempo. A Mônica foi criada sem qualquer poesia. Qualquer sugestão de métrica, nós reprimíamos. E sempre a alertamos contra os poetas.
- Será - sugeriu a mãe - que não existe um programa de reabilitação? Alguém com quem você possa se aconselhar... Mais uma vez o pai a interrompeu.
- A decisão tem que ser sua, Otávio. E tem que ser agora. Você compreende que não podemos deixar a Mônica sair desta casa, onde sempre teve toda a segurança, para viver com um poeta. Não nos dias de hoje. Faça a sua escolha. A Mônica, uma família, uma vida normal... ou a poesia.
Otávio jurou que abandonaria a poesia para sempre, a Mônica foi chamada, os dois foram para o apartamento novo, Mônica um pouco desconfiada. Otávio ouvindo a advertência, na saída: "Olhe lá, hein?"
Hoje, sempre que fala com Mônica pelo telefone, a mãe pergunta:
- E o Otávio?
- Está bem, mamãe.
- Nunca mais...
- Nunca.
Às vezes, quando a família está toda reunida, Otávio diz umas coisas que provocam troca de olhares entre os outros e a suspeita de uma recaída. Depois a Mônica assegura que aquilo não é poesia, é só o jeito dele. Mas seu Eurico e dona Marta vivem preocupados com a filha. Nas noites de lua cheia, então, dona Marta nem consegue dormir direito.

Luís Fernando Veríssimo
Revista de Domingo, Jornal do Brasil, 25/04/93

09/11/2007

“Um dia”

Como eu chorava por não ter sapatos!...
Ora culpava Deus, ora meus pais;
Blasfemava, os chamava de insensatos;
Incapazes de entender os meus ais.

Temia as pedras, por onde eu passava
Tão triste, descalço, desprotegido...
E se me feriam, mais eu chorava,
Mais e mais me sentia incompreendido.

Via em lojas, nas vitrines, modelos
Sociais... os esportivos... importados!...
E chorava, toda vez, por não tê-los.

Um dia, de uma delas, através,
Vi, com meus olhos de pranto embaciados,
A rir, um homem que não tinha os pés!