Que rei sou eu?...
Mas, afinal, que rei sou eu, tão pobre, “duro”?...
Minha coroa não tem ouro, é feita em lata;
Meu castelo não passa de um pardieiro escuro;
O meu cetro é um bastão de madeira barata.
Meu trono é uma cadeira velha, toda torta,
Que mal suporta meu peso, no dia-a-dia...
Veio um surto de gripe, e toda a corte é morta...
...Nem a rainha se livrou da epidemia!...
Meu reino é meu quintal, pequeno e mal cuidado;
(Umas flores, lá inda viçam, teimosamente,
“Protegidas” por uma cerca em mau estado!...)
As razões desse absurdo, confesso, não sei...
Mas prometo aqui: se acontecer novamente...
Farei um esforço sobre-humano, e acordarei!
Mas, afinal, que rei sou eu, tão pobre, “duro”?...
Minha coroa não tem ouro, é feita em lata;
Meu castelo não passa de um pardieiro escuro;
O meu cetro é um bastão de madeira barata.
Meu trono é uma cadeira velha, toda torta,
Que mal suporta meu peso, no dia-a-dia...
Veio um surto de gripe, e toda a corte é morta...
...Nem a rainha se livrou da epidemia!...
Meu reino é meu quintal, pequeno e mal cuidado;
(Umas flores, lá inda viçam, teimosamente,
“Protegidas” por uma cerca em mau estado!...)
As razões desse absurdo, confesso, não sei...
Mas prometo aqui: se acontecer novamente...
Farei um esforço sobre-humano, e acordarei!