“Fragmentos”
Ah!... meus pobres versos!... andam perdidos
No dorso da brisa, vagando a esmo!...
Vão sendo aos sons da noite confundidos;
Ninguém sabe por que... nem sei eu mesmo!...
Quem foi que os pôs assim, brisa, confessa!...
Nessa viagem sem destino, confusa?...
Quem foi que atrapalhou sutil remessa:
Versos encantados pra minha musa?...
Mil versos farei, se tu me ajudares,
Também para ti, de agradecimento,
Se os versos pra ela, acaso encontrares...
Ao tocares neles... peço-te calma...
Pois cada um deles é um frágil fragmento,
Da imensa paixão por ela em minh’alma!...
Ah!... meus pobres versos!... andam perdidos
No dorso da brisa, vagando a esmo!...
Vão sendo aos sons da noite confundidos;
Ninguém sabe por que... nem sei eu mesmo!...
Quem foi que os pôs assim, brisa, confessa!...
Nessa viagem sem destino, confusa?...
Quem foi que atrapalhou sutil remessa:
Versos encantados pra minha musa?...
Mil versos farei, se tu me ajudares,
Também para ti, de agradecimento,
Se os versos pra ela, acaso encontrares...
Ao tocares neles... peço-te calma...
Pois cada um deles é um frágil fragmento,
Da imensa paixão por ela em minh’alma!...