“O coração e os olhos”
(O que os olhos não veem....)
Ao coração jamais importa a idade;
É indiferente, jovem ou senhora...
Se há um rosto lindo à frente, que lhe
agrade,
Basta um segundo, e o “tonto” se
enamora...
Da sede da razão, pulsa distante,
E faz o que lhe apraz, impunemente...
Quando o culpam, se ofende, e então
garante,
Que os olhos é que causam o incidente.
" - Eu nunca posso ver, ele
reclama,
Os acontecimentos lá de fora;
Eu vivo oculto, impulsionando a
vida...
Os olhos... Sim, a eles cabe a
fama!...
Meu ato é simplesmente o que incorpora
Toda a emoção por eles transmitida!..."