31/10/2015
11/10/2015
“Fardo”
Dos meus
tempos de infância, vem o medo
Do encontro
inevitável com a morte...
Minha alma
vive aflita, desde cedo,
Buscando um lenitivo que a conforte...
Tornei-me
adulto, e o mal agigantou-se;
Viver foi
se tornando aterrador...
Inconscientemente
em mim eu trouxe,
A semente
maldita do pavor...
Viver
temendo o fim é quase o fim...
Sigo tentando achar uma saída;
Minorar o
dilema imposto a mim.
E a
acreditar, minha alma hoje se atreve:
“ - É tão
pesado o fardo desta vida,
Que o
da morte talvez seja mais leve!...”
em
12:32
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